E.C.LINDOSO - DE REFORMA CARCERÁRIA E MAIORIDADE JUNTAS

No programa na TV Brasil, inda há pouco, sobre o tema deste título.  Os debatedores, todos, contrários à baixa da maioridade para responsabilidade comportamental;  que não se pode jogar menores de idade em mistura com maiores-bandidos, para que eles sofram especialização acadêmica no mundo do crime.  Esses senhores não Vêem que para que não ocorra isto, paralelamente deverá estar sendo cuidada a reforma carcerária, isto é, cada macaco no seu galho, pena de perda de liberdade, rígida, em celas de 2.5mts X 3, cumpridas individualmente.

Quando focamos a Paz Social, queremos diminuir os riscos ao máximo, por que a morte ou mutilação de qualquer bem, vindas de maior ou menor de idade, produz o mesmo resultado.  Atacaremos três alvos ao mesmo tempo:  o bem estar do homem de bem;  a impossibilidade de aumentar a malignidade do apreendido ex-menor;  e dar a chance, à este, de escolher com seus recursos a possibilidade de reaver a liberdade, condicionando-se ao comportamento social aceitável.  Ele se tornará homem de bem pelo esforço de querer ser livre.

A religião é um bem fisiológico, por isso mal usada em penitenciárias sobrepondo-a ao auto-aprendimento de conduta civil apropriada.  Caberá aos Assistentes Sociais, obrigatoriamente usados à cada saída e volta da  cela, o dever de explicitação do fenômeno de mudança comportamental, ao seu paciente.  Digo que a apropriação pelo Estado do cidadão maior ou menor de idade, na condição de infrator, é-lhe inteiramente favorável.  A apenação em progressão geométrica de tempo até a nona, quando será considerado criminoso, sujeito ao Código Penal, lhes dará 18 alertas para se reverter.


Aqui estão em quatro parágrafos de seis linhas cada, a minuta racional de comportamento para se emigrar da qualificação do mal para o bem. Bom comportamento em troca de liberdade, uma negociação deveras interessante, e de repente do inferno ao paraíso, vivendo-se numa sociedade liberal, mas com responsabilidade moral impecável.  Pêsames para alguns, pois haverão, que não alcançando a magnitude dessa educação, deixou escapar-se-lhes pelos dedos a chance de viver a vida, objeto dos humanos.

DE MEUS 12 ANOS -1ª PARTE

UM TAPAÇO VIOLENTO NO MEIO DO JUÍZO

Nóis" se levantava furioso, com as mãos fechadas e as munheca em punho e ouvia o bom-conselho, "passa-adiante", e na moral, como era o costume, "nóis" se sentava, assoprava as pontas dos dedos e de cara mansa levantava e corria a vista à procura de um abestado pra cumprir o mandado. Isso era todo o dia e não se levava isso pra casa e sobra o prazer de 70 anos depois, hoje, dando uma risada de banda, estar aqui, batendo pra tu bater pra quem quiser.  



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